E agora, que fazer?
Que fazer? A burguesia, classe que em tempos teve o seu papel revolucionário, agora vive em redondilha, no seu sistema esgotado, viciado e viciante, mas perante o perigo da renovação civilizacional e progressista, joga em vários cavalos do status-quo, consoante as várias nuances do "poli-bom" ou do "poli-mau" (gosto mais da expressão em castelhano). Joga nos "cavalos do centro" versão A e versão B, e nos do extremo, à direita....também nas duas versões, para alguma juventude, alguns perdidos, saudosistas e lumpens. A versão mais troglodita, e a versão mais punhos de renda. O programa económico é o mesmo, a destruição do Estado Social e desestruturação social e neo-liberalismo económico. Com tudo privatizado e o Estado mínimo em funções de defesa, repressão interna e salvaguarda para alguma débacle económico, para financiar as empresas e bancos como fez em 2008. Por isso deixem-se de partidarites clubísticas de cariz identitário, na política, e atentem ao...