É criminosa "este tipo" de informação.



                                                



Uma Informação refém da contra-revolução anti-democrática.

 

Os abutres da (contra-) informação, cavalgam a pandemia, cavalgam os mortos, cavalgam o nosso direito à informação, cavalgam o nosso direito à tranquilidade, cavalgam o nosso sossego, cavalgam a democracia, cavalgam a legitimidade democrática, cavalgam a Constituição de Abril, cavalgam tudo o que é uma vivência social tranquila, democrática e progressista.

 

São os interesses económicos, é o monopólio dos grandes grupos económicos, são as estratégias de médio, longo prazo, tendentes a subverter a ordem democrática, nascida com a revolução de Abril, através da manipulação da informação, às vezes grosseira. Por outro lado é o empolamento de dados sensacionalistas, a criação do pânico social. dados falseados, declarações de ministros deturpadas, por exemplo.

 

Existe uma estratégia coordenada e estruturado por alguns agentes, estrategicamente colocados em alguns órgãos de informação tendente a aplicar toda esta política criminosa e subversiva contra o Portugal Democrático, contra o governo do país ( e eu não sou seu defensor), contra as políticas de contenção da pandemia, contra as próprias instituições democráticas e agora com uma face legal/parlamentar visível. Quem viu os debates na SIC, por exemplo, com a moderadora Clara de Sousa, onde estivesse o agente dessa estratégia, o "Chunga", como lhe chamo, sabe do que eu falo. Quem viu a entrevista à ministra da saúde, ontem, na RTP1 com a Fátima Campos Ferreira, sabe do que eu falo. Quem ouviu a insistência da "falsa entrevistadora" sobre a necessidade de Portugal pedir ajuda fora pela pandemia e em que a ministra colocou essa possibilidade, meramente no campo teórico de o fazer, e que já serviu para toda a imprensa colocar como manchetes que Portugal vai pedir ajuda ao exterior com consequências, já na imprensa internacional, como o La Vanguardia, sabe do que falo.

 

Temos uma imprensa com atitudes e comportamentos criminosos, concordo com a ministra Marta Temido nesta questão. Faz bulling à democracia há muito tempo.

 

Que fazer?

 

 
Deixar de ler ou comprar essa imprensa? Creio que já o fazemos.
Criar uma lista de "agentes provocadores de extrema direita" que "vegetam" nos diversos orgãos de informação como forma de denúncia pode ser uma boa e democrática solução cidadã.
Tentar criar ou apoiar a residual imprensa que ainda se pode chamar como tal e apoiar os profissionais que ainda se podem chamar de jornalistas.

 

Denunciar a averiguar quem, nas nossas faculdades de jornalismo, está a formar novos profissionais e a deturpar para o desempenho da função de informar.

 

Que tem a dizer o Conselho Ético, se é que existe, do sindicato dos jornalistas a estes desempenhos e de uma forma geral ao desempenho da função na actualidade, também condicionados pelos grupos económicos?


 

Aí fica um repto para a meditação, porque temos de agir rápido.


Francisco Colaço 

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