A direita está insatisfeita e cada vez mais dividida e fragmentada...
Um novo rumo para o país...
A direita, incapaz de ter score eleitoral ou sondagens que lhe garantam apoio popular maioritário, já tem, no entanto, os seus agentes de serviço, alguns, filiados no próprio Partido Socialista, tipo Marçal Grilo, que se adiantam a propor uma solução governativa de iniciativa presidencial.
O chamado Governo de Salvação Nacional, ou de "União Nacional", nome de que tanto gostam, para mascarar a entrega da governação do país à direita política, sem eleições. Uma espécie de "golpe palaciano".
Os neo-liberais querem repor a sua agenda política, apesar deste titubear governativo que os favorece.
Não, nunca me enganaram, mas ao país, sim, pois pela mão do PS já estiveram em cargos governativos tão importante como a educação.
Talvez isso explique o estado a que chegámos nessa área, que é a da educação, maioritariamente nas mãos de sectores das direitas conservadoras.
Não foi só no PSD que a direita mais conservadora, política e sociológica incubou, também no PS tiveram essa estratégia, às vezes com igual sucesso político, o acesso à governação.
Perde o país e as gerações vindouras num engano do que tendo aparência de governação de esquerda, não é senão o neo-liberalismo e o conservadorismo a governar... e com a cobertura do Partido Socialista. Isso tem um preço, o descrédito e a abstenção. Há que consolidar e estruturar toda uma alternativa.
A imprensa cria o pânico e a narrativa para a imposição da ajuda externa, perante a pandemia e logo vêm os apelos de "governo presidencial", secundando essa estratégia pseudo golpista.
Quando não, mesmo, a deslocação para o populismo fácil da extrema-direita.
Há, pois, que acertar as agulhas à esquerda.
Cada vez mais urgente e necessário uma esquerda que o seja de verdade, socialista, e popular, que não seja só no nome e que avance, se estruture.
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